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Veja abaixo alguns temas OJS de sucesso desenvolvidos por nós.
Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Fiocruz
Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT)
Universidade do Vale do Itajaí
Associação Paulista de Estudos Tributários
SUMMA Journals
Universidad de Playa Ancha (UPLA - Chile)
CIBS / Farmanguinhos / Fiocruz
Malque Publishing
Universidade Federal de Alagoas
Associação Brasileira de Linguística
Associação dos Médicos Estomatologistas Portugueses (Portugal)
SUMMA Journals
Associação Paulista de Estudos Tributários
Universidade Federal de Alfenas
Associação Brasileira de Linguística
Editora Reativar Ambiental
Associação Brasileira de Criminalística
O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) lançou, em abril de 2026, uma pesquisa voltada à coleta de informações de usuários com o objetivo de apoiar a criação do Diretório Brasileiro de Avaliadores Científicos e Técnicos. A iniciativa busca reunir dados estratégicos sobre profissionais que atuam ou desejam atuar como avaliadores, contribuindo para o fortalecimento da avaliação por pares no país.
A proposta do diretório é organizar e ampliar o acesso a especialistas qualificados em diferentes áreas do conhecimento, facilitando o trabalho de periódicos científicos, agências de fomento e instituições de pesquisa. Com isso, o Ibict pretende promover maior transparência, eficiência e qualidade nos processos de avaliação científica, considerados fundamentais para a credibilidade da produção acadêmica.
Na prática, a proposta é criar uma plataforma capaz de conectar especialistas a instituições, periódicos e iniciativas que demandam avaliação, funcionando como um “match científico”. O objetivo é tornar mais ágil, transparente e qualificado o processo de identificação e seleção de avaliadores no país.
A pesquisa está disponível online e é direcionada a pesquisadores, editores e demais profissionais envolvidos com a comunicação científica. As informações coletadas irão subsidiar o desenvolvimento da plataforma, garantindo que ela atenda às necessidades reais da comunidade acadêmica brasileira.
A criação do diretório também se alinha a iniciativas internacionais que buscam valorizar e reconhecer o trabalho dos avaliadores, frequentemente realizado de forma voluntária e pouco visível. Ao estruturar essa base de dados, o Ibict contribui para o avanço das práticas de ciência aberta e para o aprimoramento do ecossistema de publicação científica no Brasil.
Acesse o questionário aqui: Pesquisa de necessidades informacionais para criação do diretório brasileiro de avaliadores científicos e técnicos
Fonte: Ibict
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Um artigo publicado em 27 de abril de 2026 no blog Scholarly Kitchen defende a necessidade de reforçar os critérios de seleção na etapa inicial da publicação científica, como forma de restaurar a confiança e garantir valor de longo prazo no ecossistema acadêmico. O autor argumenta que o crescimento acelerado do volume de artigos publicados tem comprometido a qualidade média das pesquisas, pressionando editores e revisores e dificultando a identificação de trabalhos realmente relevantes.
Segundo o texto, o modelo atual, fortemente orientado por métricas quantitativas e incentivos à produtividade, favorece a submissão massiva de estudos, muitas vezes com baixo rigor metodológico. Nesse cenário, o chamado “front-end gatekeeping”, ou filtragem inicial mais rigorosa pelos periódicos, surge como estratégia essencial para reduzir a sobrecarga do sistema de revisão por pares e elevar o padrão das publicações.
O autor destaca que essa triagem mais criteriosa deve envolver editores experientes e processos bem definidos, capazes de avaliar rapidamente a relevância, originalidade e robustez dos manuscritos antes de encaminhá-los à revisão. Além disso, reforça que a adoção dessas práticas pode contribuir para melhorar a reputação das revistas, aumentar a confiança dos leitores e otimizar o uso de recursos editoriais.
A discussão ganha relevância em um contexto de expansão da ciência aberta e aumento da pressão por publicação, apontando para a necessidade de equilibrar acesso, velocidade e qualidade na comunicação científica contemporânea.
Fonte: The Scholarly Kitchen
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Um estudo publicado na revista Métodos de Información analisa o potencial da Inteligência Artificial (IA) para transformar a gestão e a difusão da produção científica em repositórios institucionais, no contexto da Ciência Aberta. A pesquisa, conduzida por Jorge Caldera Serrano, da Universidad de Extremadura, foi recebida em agosto de 2025 e aceita em novembro do mesmo ano.
Baseado em revisão bibliográfica em bases como WoS, Scopus e Google Scholar, o trabalho identifica diversas aplicações práticas da IA nesses ambientes digitais, que são fundamentais para garantir acesso aberto, preservação e visibilidade da ciência. Entre os principais usos estão a automação de processos internos, como indexação e catalogação de documentos, além da extração automática de metadados, reduzindo erros e aumentando a eficiência operacional .
O estudo também destaca o papel da IA na personalização do acesso à informação, por meio de sistemas de recomendação que sugerem conteúdos com base no comportamento dos usuários. Isso contribui para ampliar a visibilidade de pesquisas e fomentar colaborações científicas. Outro ponto relevante é a melhoria da acessibilidade, com recursos como tradução automática de artigos, reduzindo barreiras linguísticas.
Além disso, a IA pode fortalecer a transparência e a integridade científica ao viabilizar auditorias de dados, detecção de plágio e monitoramento de qualidade. A pesquisa também aponta avanços na avaliação científica, com métricas mais amplas que consideram interações e impacto social, indo além dos indicadores tradicionais.
Apesar do potencial, o estudo alerta para desafios como questões éticas, vieses algorítmicos, necessidade de infraestrutura e garantia de segurança dos dados. Ainda assim, conclui que a integração da IA aos repositórios institucionais tende a tornar a ciência mais acessível, eficiente e colaborativa, beneficiando pesquisadores, gestores e a sociedade.
Leia o estudo completo aqui: Potencialidades de la Inteligencia Artificial en la difusión de la Ciencia a través de repositorios institucionales
Fonte: Journal Information Methods
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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) promove, no dia 28 de abril, um webinário voltado à comunidade acadêmica com foco em integração e gestão de dados científicos. Intitulado “Lançamento Coleta+ e Interoperabilidade”, o evento será transmitido ao vivo, das 9h às 17h, pelo canal oficial da CAPES no YouTube, sem necessidade de inscrição prévia.
A iniciativa integra uma série de treinamentos direcionados a bibliotecários, gestores de repositórios institucionais, pró-reitores, coordenadores de pós-graduação e profissionais de tecnologia da informação. A programação contempla discussões sobre interoperabilidade de dados, integração de sistemas e boas práticas na gestão da informação acadêmica, além de apresentar o novo módulo Coleta+, vinculado à Plataforma Sucupira.
Durante o evento, também será lançado o curso “Introdução aos Identificadores Persistentes”, desenvolvido em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). A formação já está disponível na plataforma de aprendizagem da RNP e aborda conceitos fundamentais para garantir a identificação única e duradoura de pesquisadores, publicações e instituições no ecossistema científico digital.
A proposta da CAPES é ampliar a compreensão sobre o uso de identificadores persistentes como elemento estratégico para a interoperabilidade entre sistemas e a confiabilidade dos dados acadêmicos. A participação é aberta a todos os interessados, que podem acessar diretamente a transmissão no horário programado e acompanhar os conteúdos de acordo com suas áreas de interesse.
Fonte: Capes
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Um projeto apresentado no webinário "Voices from Crossref Metadata Sprint in São Paulo", realizado na última 4ª feira e destinado à apresentação dos trabalhos desenvolvidos durante o evento, busca transformar a forma como retratações e correções científicas são registradas. O projeto, intitulado Scholarly Retractions and Corrections Tool, foi desenvolvido por Eugênio Telles, CEO da GeniusDesign, e propõe uma abordagem centrada na experiência do usuário para simplificar o uso do Crossmark, serviço da Crossref voltado à atualização de conteúdos científicos.
O ponto de partida da iniciativa é um problema recorrente no ecossistema editorial: o processo atual de formatação e depósito de arquivos XML para retratações e correções exige conhecimento técnico avançado, o que dificulta sua adoção por editores e aumenta a chance de erros. Conforme destacado na apresentação, essa barreira acaba desestimulando o registro adequado dessas atualizações, comprometendo a transparência e a integridade da comunicação científica.
Para enfrentar esse desafio, Eugênio Telles propôs o desenvolvimento de uma ferramenta com formulários intuitivos que geram automaticamente o XML pronto para depósito. A solução inclui fluxos distintos para correções e retratações, reconhecendo as especificidades de cada tipo de registro, além de um painel interativo que permite monitorar esses eventos em tempo real e em escala global.
O projeto já conta com um protótipo funcional, com formulários em múltiplas etapas, geração automatizada de XML válido e submissão via aplicação, sem armazenamento de dados dos usuários. Também foi desenvolvido um dashboard de monitoramento que amplia a visibilidade sobre retratações e correções no cenário global, reforçando o papel estratégico dos metadados na integridade científica.
Entre os próximos passos estão a validação dos registros, a implementação de suporte multilíngue e a criação de materiais educativos para orientar usuários. A iniciativa reforça a importância de soluções orientadas à usabilidade para ampliar a adoção de boas práticas na publicação científica e evidencia a contribuição de profissionais de design e tecnologia, como Eugênio Telles, na evolução das infraestruturas de comunicação acadêmica.
Outros projetos apresentados
Fonte: ZENODO - Crossref
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O Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação da Universidade Federal do Paraná (UFPR) realizará, no dia 24 de abril de 2026, a palestra “IA ao longo do ciclo de investigação: potenciação, distorção ou dependência?”. O evento propõe discutir os impactos do uso da inteligência artificial nas diferentes etapas da pesquisa científica, desde a formulação de problemas até a comunicação dos resultados.
A atividade contará com a participação da pesquisadora Dr.ª Anabela Mesquita, do ISCAP – Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, em Portugal. Com trajetória consolidada nas áreas de gestão do conhecimento, inovação e tecnologias digitais, a especialista trará uma análise crítica sobre como a IA pode potencializar a produção científica, ao mesmo tempo em que levanta preocupações relacionadas à dependência tecnológica e à possível distorção de informações.
A palestra deve abordar temas como o uso responsável de ferramentas baseadas em IA, a necessidade de avaliação rigorosa das fontes utilizadas e os desafios éticos associados à automação de processos de pesquisa. Também será discutido sobre a importância do desenvolvimento de competências informacionais por parte de pesquisadores diante da crescente presença dessas tecnologias no ambiente acadêmico.
O Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação da UFPR, responsável pela organização do evento, tem como objetivo formar profissionais e pesquisadores capacitados para atuar na gestão estratégica da informação e do conhecimento. A iniciativa reforça o compromisso do programa com o debate de temas emergentes e relevantes para a comunidade científica, especialmente no contexto da transformação digital da pesquisa.
Inscrições aqui: IA ao longo do ciclo de investigação: potenciação, distorção ou dependência?
Fonte: PPGGI – UFPR
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A atuação editorial nos periódicos científicos está passando por uma transformação estrutural, migrando de um enfoque operacional para uma lógica centrada na governança. A análise foi apresentada por Bernardo Dionízio Vechi, bolsista do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e um dos autores da obra “Inteligência Artificial na editoração científica em Ciência Aberta: riscos, integridade científica e governança editorial”. Em entrevista publicada em abril de 2026, o pesquisador comenta a publicação e discute os impactos da inteligência artificial na editoração científica.
Tradicionalmente voltado à gestão de fluxos de submissão e revisão, o trabalho editorial passa a incorporar funções estratégicas, como definição de políticas, promoção da transparência e garantia da integridade científica. Esse movimento acompanha a crescente exigência por alinhamento a padrões internacionais e boas práticas, reforçando a necessidade de profissionalização na gestão dos periódicos.
Como parte desse avanço, o Ibict também disponibilizou a obra “Inteligência Artificial na editoração científica em Ciência Aberta: riscos, integridade científica e governança editorial”, que aprofunda os desafios e oportunidades do uso de IA no contexto da publicação científica. O livro é assinado por Bernardo Dionízio Vechi, Milton Shintaku, Maria Aniolly Queiroz Maia e Rosilene Paiva Marinho de Sousa, pesquisadores vinculados ao instituto e com atuação em áreas como editoração científica, ciência aberta, tecnologia da informação e aspectos jurídicos da informação.
A publicação discute, de forma integrada, os impactos da inteligência artificial na gestão editorial, abordando questões como riscos éticos, integridade científica e a necessidade de estruturas sólidas de governança. Ao reunir diferentes expertises, a obra oferece subsídios práticos e conceituais para editores, gestores e pesquisadores que enfrentam os desafios contemporâneos da comunicação científica.
Ao discutir riscos, integridade científica e governança editorial, a obra mostra que a adoção da IA não se resume à incorporação de novas tecnologias. O que está em jogo são as condições de transparência, rastreabilidade, supervisão humana, proteção de dados, responsabilidade institucional e credibilidade do registro científico. Nesse cenário, o livro analisa desafios éticos, legais e operacionais, ao mesmo tempo em que propõe diretrizes aplicáveis para o uso responsável da IA no fluxo editorial.
A iniciativa reforça que a governança editorial se consolida como um eixo estratégico para fortalecer a credibilidade, a qualidade e o impacto das revistas científicas. Nesse cenário, a capacitação contínua e o acesso a conteúdos especializados tornam-se fundamentais para consolidar essa transição no ecossistema acadêmico.
Acesse a obra completa aqui: Inteligência Artificial na editoração científica em Ciência Aberta: riscos, integridade científica e governança editorial
Fonte: Editora Ibict
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O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) lançou, em 2026, o Guia de boas práticas para anonimização de dados de pesquisa, uma publicação estratégica que orienta pesquisadores sobre como compartilhar dados científicos de forma ética, segura e em conformidade com a legislação brasileira.
Elaborado por Caterina Groposo Pavão, Letícia Guarany Bonetti, Marcel Garcia de Souza, Rene Faustino Gabriel Junior, Samile Andrea de Souza Vanz, Tatyane Guedes Martins da Silva e Washington Segundo, o guia responde a um dos principais desafios da Ciência Aberta: equilibrar transparência e acesso aos dados com a proteção da privacidade dos indivíduos.
A publicação surge em um contexto de expansão do compartilhamento de dados científicos e reforça a necessidade de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Segundo o documento, dados pessoais — como nome, CPF, e-mail ou informações de saúde — devem ser tratados com rigor técnico e ético, especialmente quando utilizados em pesquisas e posteriormente disponibilizados em repositórios.
O guia apresenta conceitos fundamentais, como a distinção entre anonimização e pseudonimização, além de detalhar métodos práticos para reduzir o risco de reidentificação. Entre as técnicas abordadas estão generalização de dados, mascaramento, agregação, supressão de atributos e adição de ruído, aplicáveis tanto a dados alfanuméricos quanto a imagens e vídeos.
Outro destaque é o passo a passo para anonimização, que inclui a identificação de dados pessoais, a escolha de métodos adequados e a avaliação contínua do risco de reidentificação. O documento também enfatiza a importância de documentar todo o processo e adotar controles técnicos e organizacionais para garantir a segurança dos dados.
Ao oferecer orientações práticas e acessíveis, o guia busca apoiar pesquisadores e instituições na adoção de boas práticas, contribuindo para o fortalecimento de uma ciência mais aberta, responsável e alinhada ao interesse público. A iniciativa reforça o papel do Ibict na articulação entre políticas, infraestrutura e práticas no campo da informação científica no Brasil.
Acesse aqui o guia completo: Guia de boas práticas para anonimização de dados de pesquisa
Fonte: Editora Ibict
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Um artigo publicado em 15 de abril de 2026 no blog The Scholarly Kitchen traz uma crítica estruturada ao papel central que os artigos científicos passaram a ocupar na avaliação da atividade acadêmica. Intitulado “The Journal Article Is Not the Job”, o texto argumenta que houve uma inversão conceitual no ecossistema científico: o que deveria ser entendido como um registro formal dos resultados da pesquisa passou a ser tratado como o próprio trabalho do pesquisador.
O autor sustenta que o trabalho científico é, essencialmente, um processo contínuo e multifacetado, que envolve desde a formulação de perguntas relevantes até a construção de metodologias, coleta e análise de dados, interpretação crítica dos resultados e interação com a comunidade científica. Nesse contexto, o artigo é apenas um artefato de comunicação, um meio de tornar visível esse processo, e não sua finalidade.
A crítica se aprofunda ao abordar como sistemas institucionais de avaliação, financiamento e progressão na carreira reforçam essa distorção. Ao priorizarem indicadores como número de publicações, fator de impacto de periódicos e métricas derivadas de citações, esses sistemas acabam incentivando comportamentos estratégicos que nem sempre estão alinhados com a produção de conhecimento robusto. Entre esses comportamentos estão a fragmentação de resultados em múltiplos artigos, a escolha de temas “publicáveis” em detrimento de questões relevantes, e a priorização de velocidade sobre rigor.
O texto também aponta que essa lógica pode gerar consequências sistêmicas mais amplas, como a sobrecarga do sistema de revisão por pares, a proliferação de conteúdos redundantes e o enfraquecimento da confiabilidade científica. Além disso, ao reduzir o valor do trabalho acadêmico à sua capacidade de gerar publicações, outras dimensões fundamentais da ciência, como ensino, mentoria, desenvolvimento de infraestrutura de pesquisa e engajamento com a sociedade, acabam sendo negligenciadas.
Outro ponto relevante é a discussão sobre como essa visão limitada impacta a própria comunicação científica. Ao tratar o artigo como fim em si mesmo, perde-se a oportunidade de explorar formatos mais adequados para diferentes tipos de contribuição, como dados abertos, protocolos, softwares e revisões contínuas, que nem sempre se encaixam no modelo tradicional de publicação.
O artigo conclui defendendo a necessidade de uma mudança cultural e estrutural na forma como a ciência é avaliada. Isso inclui o reconhecimento do processo de pesquisa como elemento central, a diversificação dos critérios de avaliação e o alinhamento dos incentivos institucionais com práticas que priorizem qualidade, transparência e impacto real do conhecimento produzido.
A reflexão se insere em um debate mais amplo sobre integridade científica e reforma da avaliação acadêmica, dialogando com iniciativas internacionais que buscam reduzir a dependência de métricas simplificadas e promover uma visão mais abrangente e responsável da atividade científica.
Fonte: The Scholarly Kitchen
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