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Associação Paulista de Estudos Tributários
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Estão abertas as inscrições para o Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia 2026, iniciativa que reconhece pesquisadores e profissionais cujos trabalhos geram impacto científico, tecnológico e social no Brasil. Promovida pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), líder mundial na produção de produtos de nióbio, a premiação chega à sua oitava edição com o objetivo de valorizar contribuições relevantes para o avanço da ciência e da inovação no país.
As inscrições podem ser realizadas entre 9 de março e 24 de abril de 2026, e são destinadas a profissionais que tenham desenvolvido produtos, processos, metodologias ou serviços inovadores em áreas como Ciências da Computação, Ciências da Vida, Engenharias, Física, Matemática, Química e Ciências da Terra. Instituições de ensino e pesquisa, associações e empresas também podem indicar candidatos para a premiação.
O prêmio contempla duas categorias principais: Ciência, voltada a pesquisadores que ampliam as fronteiras do conhecimento e projetam o Brasil no cenário científico internacional, e Tecnologia, destinada a profissionais responsáveis por desenvolver soluções inovadoras com aplicação prática e impacto relevante na sociedade. Cada categoria contará com um vencedor, que receberá R$ 700 mil.
A avaliação das candidaturas será conduzida por uma comissão julgadora independente formada por especialistas reconhecidos em suas áreas. Os vencedores da edição de 2026 devem ser anunciados em agosto, com cerimônia de premiação prevista para o mesmo mês. Desde sua criação, em 2019, o prêmio já recebeu mais de 6 mil inscrições, consolidando-se como uma das iniciativas de reconhecimento científico e tecnológico mais relevantes do país.
Confira o regulamento completo aqui: Prêmio CBMM de Ciência e Tecnologia 2026
Fonte: CBMM
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Editores ligados ao Centro de Estudos Educação e Sociedade (Cedes), responsável pela Revista Educação & Sociedade e pelos Cadernos CEDES, enviaram uma carta aberta ao Programa SciELO solicitando esclarecimentos sobre uma proposta de novo modelo de financiamento para periódicos científicos em acesso aberto. O documento, encaminhado em 9 de março de 2026 ao diretor do programa, Abel L. Packer, questiona detalhes de uma consulta enviada previamente aos periódicos da coleção SciELO Brasil.
Segundo o comunicado recebido pelos editores em fevereiro, a proposta pretende criar um modelo de financiamento da publicação de artigos em acesso aberto sem cobrança aos autores, inspirado na lógica dos chamados acordos transformativos e com possível intermediação do SciELO e recursos providos pela CAPES.
Na carta, os editores reconhecem a importância histórica do SciELO para a comunicação científica no Brasil, destacando sua contribuição para a divulgação da pesquisa e para a pós-graduação desde o final dos anos 1990. No entanto, afirmam que as alternativas apresentadas no questionário encaminhado pelo programa geraram preocupações quanto ao impacto da proposta na autonomia editorial e na organização do fluxo editorial dos periódicos.
Entre as dúvidas levantadas estão o significado da expressão de que um periódico poderia “financiar boa parte da produção”, quais custos seriam considerados nesse financiamento e se os novos recursos poderiam competir com o tradicional edital de apoio à publicação de periódicos científicos financiado por CNPq e CAPES.
Os editores reiteram apoio às políticas de ciência aberta e ao acesso aberto sem cobrança aos autores, princípios já adotados historicamente pelo SciELO, e solicitam que o programa apresente mais detalhes sobre a proposta antes que os periódicos respondam formalmente à consulta.
Confira o documento completo aqui: Carta aberta ao Programa SciELO
Oficio n. 004/2026
Carta aberta ao Programa SciELO
Campinas, 09 de março de 2026.
Prezado Abel L Packer
Diretor do Programa SciELO
Assunto: Consulta aos periódicos sobre financiamento.
Recebemos comunicação no dia 20/02/2026 a respeito da proposta de criação de “um modelo de financiamento da publicação de artigos em acesso aberto sem cobrança aos autores, na mesma lógica dos acordos transformativos que a CAPES vem estabelecendo com os publishers comerciais”.
Segundo a mesma comunicação, o “modelo proposto pelo SciELO busca promover a equidade de financiamento entre os periódicos SciELO e os periódicos dos publishers comerciais favorecidos para publicação em acesso aberto sem cobrança aos autores”.
A Revista Educação & Sociedade e os Cadernos CEDES são parceiros do Scielo Brasil desde o início dessa jornada exitosa de um modelo de financiamento da publicação de artigos em acesso aberto sem cobrança aos autores, em 1997.
É inegável o papel que o Scielo e os periódicos associados têm na divulgação, promoção e formação da ciência e da pós-graduação no Brasil.
Considerando essa história, solicitamos que, antes de encaminharmos uma resposta ao questionário enviado, tenhamos esclarecimentos sobre as bases e termos nos quais o novo modelo de financiamento será proposto.
Mesmo compreendendo que o levantamento (questionário) permite ao Programa SciELO estimar o vigor dos próximos passos, apenas a leitura do comunicado e as alternativas que foram descritas para manifestação de editoras e editores já causam sérias preocupações, por exemplo: Qual seria o papel dos editores e o fluxo editorial, caso indicássemos a opção 1? Se observarmos a descrição da opção 2 “não interferirá na produção (gestão, contratos, etc.)”, fica subentendido que a proposta 1 interferirá, em diferentes graus, na autonomia e no papel que configura a função de editor de periódicos; O que precisamente significa a expressão: “o seu periódico tem condições de financiar boa parte da produção”, apresentada como opção 2? Como mensurar a expressão “boa parte”? Haverá uma escala de proporção? O que está compreendido como financiar o periódico? Custos financeiros e econômicos? Quais despesas seriam consideradas como parte desse financiamento?
A comunicação indica que a proposta será realizada com base “na lógica dos acordos transformativos, com a intermediação do SciELO e recursos a serem providos pela CAPES”. Isso significa que os termos de adesão seguirão exatamente as mesmas condições dos acordos transformativos em vigência? Se assim for, parece que a formulação das opções do questionário enviado traz incongruências, a partir de determinada interpretação.
Há riscos de uma vez aprovada a proposta pela Capes, que os recursos aportados para essa nova modalidade de financiamento concorram com o tradicional edital CNPq / Capes de Apoio à Publicação de Periódicos Científicos Brasileiros? Considerando que, nos últimos anos a publicação do edital tem sido extemporânea (perdeu a regularidade anual) e que os recursos da Capes são sempre limitados e disputados a cada aprovação da LDO.
Notamos que nas três opções colocadas no questionário o enunciado parece destacar a condicionalidade de que a adesão a nova proposta deve considerar “o acesso aberto sem cobrança aos autores”, mas essas já não são condições históricas e basilares dos critérios, políticas e procedimentos para a admissão e a permanência de periódicos científicos na Coleção SciELO Brasil?
Reafirmamos o compromisso dos editores da Revista Educação & Sociedade e dos Cadernos CEDES com a política de ciência aberta e acessível do Scielo Brasil e renovamos a solicitação para que esclarecimentos e detalhamentos da proposição sejam apresentados para que possamos analisar em que condições poderíamos apoiar e aderir a esta nova proposta de financiamento.
Sendo o que se apresenta, reafirmamos nossos sentimentos de consideração e respeito.
Centro de Estudos Educação e Sociedade
Revista Educação & Sociedade
Cadernos CEDES
CENTRO DE ESTUDOS EDUCAÇÃO E SOCIEDADE
Av. Bertrand Russell, 801 – Faculdade de Educação – Anexo II
1º andar – sala 02 – Unicamp – 13083-865 – Campinas - SP
Fones: (019) 35216708 / 35216710
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo./ URL: www.cedes.unicamp.br
Fonte: CEDES Unicamp
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A Crossref está promovendo uma série de webinars voltados a ajudar editores, bibliotecários e gestores de periódicos para avaliar e aprimorar a qualidade dos metadados registrados na plataforma. As sessões fazem parte da iniciativa chamada “Metadata Health Check”, que oferece orientação prática sobre como analisar a integridade e a completude dos metadados depositados no sistema.
Durante o webinar, os participantes são apresentados à ferramenta Participation Reports, recurso da Crossref que permite examinar o nível de detalhamento e qualidade das informações associadas aos registros de DOI. A proposta é mostrar como identificar lacunas nos metadados e implementar melhorias que aumentem a visibilidade e a reutilização do conteúdo acadêmico.
O treinamento, que será realizado gratuitamente dia 17 de março, ocorrá em formato online e interativo, com sessões de aproximadamente uma hora. Os participantes recebem orientações passo a passo sobre como utilizar os relatórios da plataforma para monitorar indicadores como referências, links, identificação de financiadores e outros elementos que fortalecem a conectividade do ecossistema de pesquisa.
A iniciativa reforça a importância de metadados completos e bem estruturados para a comunicação científica. Segundo a Crossref, registros mais ricos facilitam a descoberta de artigos, ampliam a interoperabilidade entre sistemas e contribuem para a integridade e rastreabilidade das publicações acadêmicas.
Saiba mais sobre o COPE & Crossref Best practices webinar: Funding transparency
Fonte: Crossref
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A Scholarly Retractions and Corrections Tool (SRCT), ferramenta gratuita para registro de retratações no sistema Crossmark foi desenvolvida durante o Crossref Sprint São Paulo 2026, um evento colaborativo que reúne especialistas em publicação científica e infraestrutura de metadados. A iniciativa foi criada por Eugênio Telles, fundador da GeniusDesign, com o objetivo de simplificar um processo técnico que costuma representar desafios para muitas revistas científicas.
O Crossmark é um serviço da Crossref que permite indicar aos leitores se um artigo científico recebeu atualizações importantes, como correções ou retratações. Quando um trabalho sofre uma alteração significativa, como erro metodológico ou problemas de integridade científica, o editor deve registrar um aviso de retratação com DOI próprio e atualizar os metadados do registro. Esse processo, porém, exige conhecimento técnico e familiaridade com a estrutura de depósito de metadados da Crossref.
A ferramenta desenvolvida no Crossref Sprint busca justamente reduzir essa complexidade. A proposta é oferecer uma interface simplificada que permita gerar rapidamente os registros necessários para comunicar retratações e atualizações por meio do Crossmark, facilitando o trabalho de editores e equipes editoriais.
A iniciativa surgiu dentro de uma dinâmica colaborativa evento que reuniu desenvolvedores, editores e especialistas para criar protótipos e soluções voltadas à melhoria da infraestrutura da comunicação científica. Ao disponibilizar a ferramenta gratuitamente, o projeto pretende incentivar a adoção de boas práticas de transparência e integridade na publicação acadêmica.
A expectativa é que soluções como essa contribuam para tornar o registro de correções e retratações mais ágil, reforçando a confiabilidade do registro científico e a atualização adequada da literatura acadêmica.
Saiba mais sobre o Scholarly Retractions and Corrections Tool
Fonte: FeSBE
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Um estudo recente apontou que modelos de linguagem baseados em inteligência artificial podem ser utilizados para produzir conteúdo científico fraudulento ou de baixa qualidade. A análise avaliou 13 grandes modelos de linguagem (LLMs) e testou como eles respondem a solicitações envolvendo fabricação de dados, criação de artigos fictícios e outras práticas que violam a integridade acadêmica.
Os pesquisadores observaram que os chatbots apresentaram diferentes níveis de resistência a pedidos problemáticos. Em muitos casos, os sistemas recusaram inicialmente instruções explícitas de fraude. No entanto, quando os usuários reformularam ou insistiram nas solicitações ao longo de várias interações, alguns modelos acabaram fornecendo orientações que poderiam facilitar a produção de trabalhos científicos enganosos.
O estudo também destaca que ferramentas de IA generativa podem reduzir drasticamente o tempo necessário para produzir textos científicos, o que aumenta o risco de proliferação de pesquisas manipuladas ou de baixa qualidade. Especialistas em integridade científica alertam que isso pode sobrecarregar o sistema de revisão por pares e tornar mais difícil identificar pesquisas confiáveis.
Para os autores, os resultados funcionam como um alerta para desenvolvedores de IA e para a comunidade acadêmica. Eles defendem que plataformas de IA aprimorem seus mecanismos de segurança e que instituições científicas definam políticas claras para o uso dessas ferramentas na produção e avaliação de pesquisas.
Fonte: Nature
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A Federação das Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), em parceria com a Rede Brasileira de Reprodutibilidade (RBR), anunciou a criação do I Prêmio Ciência Aberta e Reprodutível 2026, iniciativa voltada a reconhecer e incentivar práticas que reforcem a transparência, o compartilhamento responsável de dados e a integridade científica na pesquisa.
A premiação busca destacar iniciativas, projetos ou produtos científicos que incorporem princípios da ciência aberta e da reprodutibilidade, contribuindo para fortalecer a qualidade e a confiabilidade da produção científica, especialmente nas áreas de biologia experimental e campos relacionados.
Podem participar estudantes de iniciação científica, mestrado, doutorado, além de pós-doutores, docentes, técnicos e pesquisadores vinculados a instituições brasileiras de ensino, pesquisa ou inovação. Para concorrer, os candidatos deverão submeter um resumo à Reunião Anual da FeSBE 2026 e indicar materiais públicos associados ao trabalho, como artigos em acesso aberto, preprints, protocolos, bases de dados ou repositórios de código.
Os trabalhos serão avaliados com base em critérios ligados às práticas de ciência aberta, incluindo clareza metodológica, planejamento de gestão e compartilhamento de dados de acordo com os princípios FAIR, além da disponibilização de códigos e documentação quando aplicável.
Dois projetos serão selecionados. O primeiro lugar receberá R$ 1.200, além de kit da Rede Brasileira de Reprodutibilidade e certificado de honra ao mérito da FeSBE. O segundo colocado receberá R$ 800, também acompanhado de kit institucional e certificado. A entrega ocorrerá durante a Reunião Anual da FeSBE 2026.
A iniciativa reforça o movimento crescente em favor de práticas abertas e replicáveis na ciência, fundamentais para aumentar a transparência, a confiabilidade e o impacto do conhecimento produzido pela comunidade científica.
Clique aqui para acessar o edital completo.
Fonte: FeSBE
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O portal Escola Virtual de Governo, iniciativa de formação profissional do governo brasileiro, oferece um curso online e gratuito intitulado “Avaliadores de Artigos Científicos”, com foco em capacitar interessados no papel de avaliador no cenário da publicação acadêmica.
O curso, com 20 horas de carga horária, é oferecido na modalidade Educação a Distância (EAD) e pode ser realizado no próprio ritmo, sem horários fixos, com acesso disponível por até 30 dias após a inscrição. Ele é aberto não apenas a servidores públicos, mas também a qualquer pessoa interessada no tema.
Ao longo da formação, os participantes exploram ferramentas essenciais da comunicação científica, características do gênero “artigo científico”, o papel dos diferentes atores envolvidos no processo editorial, além da importância da ética na avaliação por pares e no uso de plataformas como o Sistema OJS de gestão editorial.
A certificação ao final do curso é emitida pela ENAP – Escola Nacional de Administração Pública, instituição vinculada à administração pública federal. As inscrições estão abertas permanentemente, permitindo que interessados iniciem imediatamente ao se registrarem na plataforma.
Fonte: EV.G
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O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) lançou uma chamada pública para selecionar pesquisadores interessados em integrar o projeto de pesquisa “Sistema de Avaliação e Validação de Impactos em Tecnologias Sociais (SAVITS)” voltado à aplicação de Inteligência Artificial em políticas públicas. A iniciativa busca fortalecer a capacidade do Estado no uso estratégico de dados e tecnologias emergentes, aprimorando processos decisórios, planejamento e avaliação de políticas governamentais.
A proposta está alinhada às diretrizes nacionais de transformação digital e inovação no setor público, promovendo a articulação entre pesquisa científica e demandas concretas da administração pública. O projeto prevê a atuação de especialistas de diferentes áreas do conhecimento, com foco no desenvolvimento de soluções baseadas em IA que possam apoiar análises preditivas, organização de grandes volumes de dados e geração de evidências para formulação de políticas.
Além de fomentar a pesquisa aplicada, a chamada contribui para consolidar o papel das instituições científicas na construção de infraestrutura tecnológica e metodológica voltada ao interesse público. A iniciativa reforça a importância da cooperação entre governo e comunidade acadêmica para o desenvolvimento responsável e estratégico da Inteligência Artificial no Brasil.
Mais informações sobre a Chamada I/2026 Projeto SAVITS
Fonte: Ibcit
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Nesta edição, destacamos debates e reflexões que cruzam temas centrais da publicação científica moderna: desde os modelos de revisão por pares, sua evolução e desafios éticos, até eventos e práticas que impactam diretamente a comunidade editorial e acadêmica. Você encontrará oportunidades de capacitação, análises críticas sobre práticas editoriais controversas, e um olhar mais amplo sobre conferências que podem ampliar sua rede e estratégias. O conjunto de notícias traz perspectivas que ajudam a repensar qualidade, integridade e engajamento no processo de comunicação científica.
A Rede Brasileira de Repositórios Digitais promoverá um webinário online sobre revisão por pares aberta, convidando profissionais da comunicação científica e repositórios digitais a debater modelos mais transparentes de avaliação. O evento gratuito inclui certificação digital e apresentações sobre revisão aberta, colaboração comunitária e discussão pós-publicação, ressaltando a importância de práticas transparentes e a necessidade de políticas editoriais claras.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/webinario-gratuito-discute-revisao-por-pares-aberta
O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde reforçou a pressão por maior investimento público em ciência e tecnologia, direcionando críticas à política de fomento conduzida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. A cobrança evidencia o descompasso entre a demanda crescente por pesquisa de qualidade e os recursos disponíveis, com impactos diretos sobre periódicos científicos, avaliação editorial e sustentabilidade da pesquisa nacional.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/novo-olhar-sobre-a-integridade-academica-redefine-o-papel-da-revisao-por-pares
O Brasil foi confirmado como sede da Open Repositories 2027, uma das principais conferências internacionais sobre repositórios digitais, ciência aberta e infraestrutura científica. O evento, em Salvador (BA), reunirá pesquisadores, gestores e desenvolvedores para debater interoperabilidade, preservação digital, políticas de acesso aberto e inovações tecnológicas, ampliando oportunidades de colaboração global para editores e pesquisadores.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/acordos-transformativos-reposicionam-a-politica-brasileira-de-publicacao-cientifica
Pesquisadores identificaram um fenômeno preocupante em edições especiais de periódicos: altos índices de autoria por editores convidados sem revisão independente adequada. Esse padrão, apelidado de “narcisismo acadêmico”, pode comprometer a credibilidade editorial e provocar questionamentos éticos sobre a qualidade e imparcialidade das publicações científicas.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/edicoes-especiais-e-o-narcisismo-academico
A Universidade Federal do Maranhão oferecerá uma capacitação sobre SciFinder, ferramenta essencial para pesquisadores nas áreas de química e ciências correlatas. O treinamento abordará busca por substâncias, reações e propriedades físico-químicas, além de estratégias de refinamento de resultados e análises de dados científicos, fortalecendo competências de investigação e utilização de bases especializadas.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/ufma-promove-capacitacao-sobre-uso-do-scifinder-para-pesquisa-cientifica
Diante dessa seleção de temas, que práticas ou desafios apresentados aqui você poderia revisar ou fortalecer em sua própria publicação científica? Pense em uma ação concreta que poderia implementar ainda neste trimestre para aprimorar qualidade, transparência ou impacto editorial.
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