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  • Impacto na publicação científica: Preservação Digital é destaque no Prêmio Rosenblum Award 2026

    A área de Preservação Digital foi reconhecida com o Prêmio Rosenblum 2026 por Impacto na Publicação Científica. O anúncio foi divulgado no site oficial do prêmio, que destaca iniciativas e contribuições significativas para o avanço da comunicação acadêmica e da disseminação do conhecimento científico.

    O reconhecimento reforça o papel estratégico da preservação digital na garantia de acesso contínuo, seguro e confiável à produção científica ao longo do tempo. Em um cenário marcado pela crescente digitalização dos periódicos e pela dependência de infraestruturas tecnológicas, assegurar a integridade, autenticidade e disponibilidade dos conteúdos tornou-se um elemento central para a sustentabilidade da pesquisa.

    Ao conceder o prêmio à Preservação Digital, o comitê responsável sinaliza a relevância das práticas, políticas e sistemas que protegem o registro acadêmico contra perdas, obsolescência tecnológica e riscos operacionais. Para editores, bibliotecas e gestores de informação, o reconhecimento amplia a visibilidade do tema e reforça a necessidade de investimentos em estratégias robustas de arquivamento e preservação de longo prazo.

    A premiação consolida a preservação digital como um dos pilares da publicação científica contemporânea, essencial para a credibilidade e a perenidade do conhecimento acadêmico.


    Fonte: The Rosenblum Award
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  • Comunicação científica pode se tornar o novo diferencial competitivo das editoras acadêmicas

    A comunicação científica deve se consolidar como o próximo diferencial competitivo para editoras acadêmicas. A análise foi publicada em 6 de fevereiro de 2026 no The Scholarly Kitchen, em artigo assinado por convidado, e defende que o setor editorial precisa ir além da publicação tradicional de artigos para ampliar o impacto e a relevância social da pesquisa.

    O texto argumenta que, em um cenário de crescente pressão por demonstrar valor público, as editoras científicas enfrentam o desafio de tornar os resultados de pesquisa mais acessíveis, compreensíveis e acionáveis para diferentes públicos, incluindo formuladores de políticas, profissionais de mercado e a sociedade em geral. Apenas disponibilizar artigos em acesso aberto já não é suficiente para garantir visibilidade, influência e sustentabilidade financeira.

    Segundo o autor, investir em estratégias estruturadas de comunicação científica, como produção de resumos leigos, conteúdos multimídia, campanhas segmentadas e parcerias institucionais, pode ampliar o alcance das publicações e fortalecer a posição das editoras em um ambiente cada vez mais competitivo. A proposta também dialoga com a necessidade de combater desinformação e reforçar a confiança na ciência.

    O artigo sugere que publishers que incorporarem a comunicação científica como parte central de seus modelos de negócio poderão não apenas aumentar o impacto de seus conteúdos, mas também consolidar novas oportunidades de receita e diferenciação no mercado global de publicação acadêmica.


    Fonte: Society for Scholarly Publishing
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  • Nova edição do Guia de Boas Práticas Científicas da USP incorpora orientações sobre integridade e uso de IA

    A Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI) da Universidade de São Paulo (USP) publicou em 4 de fevereiro de 2026 a 3ª edição do Guia de Boas Práticas Científicas, um documento de referência para pesquisadores, docentes e estudantes com o objetivo de fortalecer a conduta ética e a qualidade da produção acadêmica na instituição.

    Nesta edição atualizada, o manual destaca 3 pontos essenciais na execução da pesquisa cientifica:

    • Ética e integridade: enfatiza a importância da honestidade, do rigor metodológico no planejamento, na execução e na divulgação dos resultados, com foco em prevenir condutas inadequadas e assegurar padrões de excelência e transparência reconhecidos internacionalmente.
    • Ambiência científica: introduz orientações sobre o ambiente de pesquisa, enfatizando relações de respeito entre os membros da comunidade, segurança em laboratórios e a promoção de um espaço acolhedor, diverso e que favoreça o bem-estar coletivo.
    • Inteligência Artificial (IA): pela primeira vez, o guia dedica um segmento ao uso de IA na produção acadêmica, recomendando que ferramentas de IA sejam utilizadas de forma transparente, com declaração explícita de sua aplicação e sem substituir a responsabilidade intelectual dos autores.

    O Guia de Boas Práticas Científicas está disponível gratuitamente ao público e pode ser acessado na íntegra no site da PRPI da USP.


    Fonte: USP - Faculdade de Odontologia
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  • Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência: Mulheres seguem sub-representadas em organizações científicas globais

    Em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, o International Science Council lançou hoje um novo estudo revelando que as mulheres continuam sub-representadas em organizações científicas ao redor do mundo, especialmente em posições de liderança. A análise reúne dados atualizados sobre participação feminina em academias nacionais de ciência, conselhos e entidades científicas internacionais, evidenciando que, apesar de avanços pontuais, a equidade de gênero ainda está distante.

    De acordo com o relatório, a presença de mulheres como membros de academias científicas aumentou nos últimos anos, mas permanece significativamente inferior à dos homens. A desigualdade torna-se ainda mais evidente quando se observam cargos de presidência, diretorias e comitês estratégicos, nos quais a participação feminina é proporcionalmente menor.

    O relatório também destaca disparidades regionais e diferenças entre áreas do conhecimento, sugerindo que barreiras estruturais, culturais e institucionais continuam impactando a trajetória profissional de pesquisadoras. Entre as recomendações estão a adoção de políticas mais transparentes de indicação e eleição, metas de diversidade e iniciativas de mentoria.

    A publicação reforça que ampliar a participação de mulheres na governança científica é essencial para promover decisões mais inclusivas, fortalecer a diversidade de perspectivas e aumentar a relevância social da ciência.


    Fonte: Council
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  • Centro de Inteligência Artificial do Nordeste é lançado para impulsionar soluções com IA

    Lançado oficialmente no último dia 5, o Centro de Inteligência Artificial do Nordeste (CIAN) é uma iniciativa que pretende posicionar a região como protagonista no desenvolvimento de soluções com inteligência artificial (IA) voltadas a problemas reais da população. O anúncio ocorreu durante um evento organizado pela Dataprev, em parceria com a Huawei do Brasil e o Consórcio do Nordeste, reunindo representantes de governos estaduais, instituições acadêmicas e empresas de tecnologia.

    A ideia é que o CIAN seja um centro multi-institucional e virtual, ou seja, sem sede física única, onde universidades, órgãos públicos e empresas trabalharão de forma articulada para criar, implementar e compartilhar conhecimento e ferramentas baseadas em IA. Focado em cinco áreas - gestão pública, saúde, educação, gestão ambiental e territorial e segurança pública, o CIAN deve contribuir com o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, que orienta a expansão da tecnologia no país até 2029.

    Entre as instituições participantes estão universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN), da Paraíba (UFPB), do Ceará (UFC) e do Piauí (UFPI), que contribuirão com pesquisa, formação de talentos e desenvolvimento de soluções. O consórcio também envolve governos estaduais que mapeiam desafios regionais, além da Dataprev, que oferecerá expertise em dados e serviços públicos digitais.

    Durante a abertura do evento, líderes envolvidos destacaram a importância da colaboração entre academia, setor público e iniciativa privada. Além de reforçar o compromisso com a inovação, o CIAN terá o papel de impulsionar a capacidade do Nordeste de produzir tecnologia própria, adaptada às realidades locais.

    O lançamento do centro sinaliza uma estratégia regional de fortalecimento da economia digital e de inclusão tecnológica, ao mesmo tempo em que busca resolver desafios sociais por meio da inteligência artificial e capacitar novos profissionais para atuar neste campo.


    Fonte: NE9
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  • Diretora-geral do FMI destaca papel da inteligência artificial no crescimento global e prepara países para mudanças estruturais

    Em um discurso proferido em 3 de fevereiro de 2026 durante o World Government Summit em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, destacou o impacto transformador da inteligência artificial (IA) na economia global e a necessidade de países se prepararem para aproveitar suas oportunidades e mitigar riscos.

    Segundo Georgieva, a IA tem potencial para impulsionar a produtividade global em até 0,8 ponto percentual ao ano, o que poderia elevar o crescimento econômico mundial além dos níveis observados antes da pandemia de COVID-19. Ela ressaltou que, em regiões como o Golfo, a IA poderia aumentar o PIB não-petrolífero em até 2,8%, oferecendo uma oportunidade significativa de diversificação econômica para países tradicionalmente dependentes de combustíveis fósseis.

    No entanto, a líder do FMI alertou que a difusão da IA também trará disrupções estruturais, especialmente no mercado de trabalho. Estimativas indicam que cerca de 40% dos empregos globais serão impactados — seja por transformação, eliminação ou por mudanças de habilidades exigidas — com até 60% dos empregos em economias avançadas sendo afetados. Esses impactos tendem a pressionar empregos de média qualificação, com efeitos particularmente fortes sobre jovens e a classe média.

    Georgieva enfatizou que o sucesso na integração da IA nas economias dependerá das políticas públicas que os países adotarem. Entre as medidas recomendadas estão: fortalecimento de políticas macroeconômicas, investimentos em capacitação e treinamento, regulação eficaz da IA para garantir sistemas seguros e confiáveis, e cooperação internacional para promover compartilhamento de conhecimento e dados entre governos e desenvolvedores de tecnologia.

    O discurso do FMI reforça um cenário em que a IA é reconhecida como um motor de crescimento, mas que exige ação coordenada para garantir que seus benefícios sejam amplamente distribuídos e seus riscos devidamente controlados.


    Fonte: IMF
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  • IA impulsiona a produção científica no Brasil, mas limita a diversidade de temas de pesquisa

    Um estudo recente sobre o papel da inteligência artificial (IA) na pesquisa científica brasileira revela um efeito duplo marcante: embora o uso de IA esteja impulsionando a produtividade dos pesquisadores e o volume de publicações, ele também está contribuindo para uma redução na diversidade temática das pesquisas.

    Segundo a análise publicada na plataforma AcademicJobs.com e com base em dados de um estudo da revista Nature, a adoção de ferramentas de IA, como modelos de linguagem e algoritmos de aprendizado de máquina, tem se tornado cada vez mais comum entre os pesquisadores brasileiros. Estima-se que o uso de IA entre pesquisadores tenha chegado a 84 % em 2025, refletindo diretamente no aumento da produção científica, que cresceu cerca de 4,5 % em 2024 em relação ao ano anterior. Universidades públicas, como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), têm liderado esses esforços ao incorporar IA em diferentes áreas de investigação.

    No entanto, apesar desses ganhos em produtividade — com pesquisadores publicando três vezes mais artigos e recebendo quatro vezes mais citações — o estudo aponta que a IA tende a concentrar a pesquisa em áreas onde grandes volumes de dados estão disponíveis, deixando de lado temas menos explorados ou qualitativos. Isso resulta em uma redução de cerca de 4 % na diversidade temática das pesquisas brasileiras, com menos engajamento em tópicos emergentes ou interdisciplinares, como ciências sociais aplicadas ou questões ambientais específicas ao contexto brasileiro.

    Os pesquisadores destacam que esse fenômeno pode criar um desequilíbrio no ecossistema de pesquisa científica, favorecendo campos consolidados e com muitos dados em detrimento de áreas que demandam investigação mais profunda e exploratória. Para mitigar esses efeitos, especialistas sugerem políticas de incentivo à pesquisa interdisciplinar, investimentos em conjuntos de dados locais e treinamentos que combinem IA com abordagens críticas e contextuais.


    Fonte: Academic Jobs
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  • Auditoria interna leva mega-periódico Heliyon a retratar centenas de publicações

    Em uma ação incomum no cenário editorial, o mega-periódico Heliyon — publicado pelas editoras Cell Press e Elsevier — iniciou a retratação de centenas de artigos após concluir uma auditoria interna a todo o seu conteúdo publicado desde 2016. A medida vem na esteira da colocação da revista em regime de on hold (suspensão de indexação) pela base de dados Web of Science, devido a preocupações significativas com a qualidade do material publicado.

    Nos últimos anos, Heliyon experimentou um crescimento explosivo em volume editorial, publicando mais de 11 000 artigos em 2023 e mais de 17 000 em 2024. Apesar disso, o número de retratações também aumentou: em 2025, dos 3 168 artigos publicados, 392 foram retratados, e em 2026 já foram retratados 37 trabalhos até o momento.

    Os avisos de retratação citam motivos como problemas com referências bibliográficas, manipulação de citações, afiliações ou áreas de pesquisa suspeitas, alterações não autorizadas de autoria e inadequações no processo de aprovação ética dos estudos.

    Segundo comunicados citados pela própria revista, a auditoria interna identificou práticas que “não estão alinhadas com as políticas editoriais”, como revisão por pares comprometida, irregularidades na autoria e frases manipuladas (“tortured phrases”), o que motivou a investigação abrangente de todos os artigos publicados desde o lançamento da revista.

    A retratação em massa levanta questões mais amplas sobre os desafios na manutenção da integridade científica em publicações de grande volume, especialmente em mega-periódicos que recebem milhares de submissões por ano e operam sob pressões tanto de velocidade quanto de qualidade.


    Fonte: Retraction Watch
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  • Acordos transformativos reposicionam a política brasileira de publicação científica

    Em texto publicado em 28 de janeiro de 2026 no blog SciELO em Perspectiva, o pesquisador Ricardo Limongi França Coelho analisa a política de acordos transformativos adotada pelo Brasil, especialmente intensificada pela CAPES a partir de 2024. Esses acordos com grandes editoras científicas internacionais — como Springer Nature, Wiley, Elsevier, IEEE, American Chemical Society (ACS) e Royal Society Publishing — possibilitam que pesquisadores de mais de 430 instituições brasileiras publiquem em acesso aberto sem pagar individualmente as taxas de processamento de artigos (APCs), representando um investimento anual estimado em mais de US$ 43 milhões. Recentemente, SciELO e Centro Brasileiro de Estudos de Saúde publicaram cartas abertas ao CNPq cobrando mais investimentos em periódicos nacionais.

    Os acordos transformativos surgem no contexto de modelos variados de publicação científica — desde assinaturas tradicionais até o acesso aberto dourado (Gold OA), passando pelo modelo diamante (Diamond OA), no qual não há cobrança nem para autores nem para leitores. A análise destaca que, apesar de facilitar a publicação em acesso aberto, tais acordos enfrentam críticas estruturais, como o fenômeno do double dipping (cobrança dupla por conteúdo), que pode se refletir em instituições pagando simultaneamente por assinaturas e taxas de publicação.

    O texto também coloca em perspectiva o papel singular do Brasil como líder histórico no acesso aberto não comercial, especialmente por meio da Rede SciELO, que opera majoritariamente no modelo Diamond OA há quase três décadas. Ao mesmo tempo, compara experiências internacionais — como negociações e rupturas com grandes editoras na Alemanha, Estados Unidos, França e Suécia — que demonstram alternativas e tensões entre visibilidade internacional e soberania científica de longo prazo.

    O debate central é se os acordos transformativos devem ser vistos como um avanço necessário para ampliar o acesso aberto ou se eles ampliam a dependência nacional de editoras comerciais, ainda que contribuam para a competitividade internacional dos pesquisadores brasileiros.


    Fonte: SciELO em Perspectiva
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