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Associação Brasileira de Linguística
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A ciência aberta consolidou-se em 2026 como um requisito obrigatório para a pesquisa científica, deixando de ser uma prática opcional para se tornar parte central da infraestrutura acadêmica global. Segundo análise publicada pela Eldenhall Research, agências de fomento como NIH e NSF passaram a exigir compartilhamento de dados brutos, pré-registro de estudos e disponibilização de códigos, com sanções rigorosas em casos de descumprimento, incluindo suspensão de financiamentos e investigações por má conduta.
O movimento também ganha força na Europa, onde auditorias já resultaram na abertura de casos de fraude científica. Ao mesmo tempo, universidades passaram a incorporar critérios de ciência aberta em avaliações de carreira, influenciando decisões de promoção e tenure. A adoção dessas práticas tem trazido benefícios mensuráveis, como aumento de até 31% nas citações de artigos com dados abertos e redução no tempo de publicação.
Na prática, a ciência aberta em 2026 se estrutura em três pilares principais: pré-registro de pesquisas, compartilhamento de dados com proteção de privacidade e disponibilização de códigos reprodutíveis. Periódicos e financiadores já implementam verificações técnicas antes da publicação, garantindo maior confiabilidade dos resultados.
Apesar dos avanços, desafios persistem, especialmente em áreas sensíveis, como saúde, e em contextos de países com menos recursos, onde limitações de infraestrutura dificultam a adequação às exigências. Ainda assim, o cenário aponta para uma mudança irreversível: transparência, reprodutibilidade e abertura tornaram-se condições essenciais para a credibilidade científica.
Fonte: Eldenhall Research
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O 3º Encontro PUB IN, iniciativa voltada à discussão de temas relevantes para a publicação científica em âmbito global, será realizado nos dias 16 e 17 de abril na Universidade de Coimbra (Coimbra, Portugal) . O evento é promovido pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), por meio de sua unidade de serviços digitais FCCN, em parceria com a Universidade do Minho(Portugal) e busca reunir pesquisadores, editores e profissionais da comunicação científica para debater inovação, práticas editoriais e os desafios contemporâneos da Ciência Aberta.
A programação prevê palestras, mesas-redondas e apresentações que discutem desde políticas públicas até soluções tecnológicas aplicadas à gestão e disseminação do conhecimento científico. A proposta é fomentar o diálogo entre diferentes atores do ecossistema acadêmico, promovendo reflexões sobre qualidade editorial e científica. A nova edição do PUB IN reforça seu papel como espaço de troca de experiências e atualização profissional, abordando tópicos estratégicos como acesso aberto, integridade na pesquisa e o uso de tecnologias digitais no processo editorial.
O evento dialoga diretamente com os avanços promovidos pelo projeto Pub In que busca responder a desafios estruturais da publicação científica, como a fragmentação das plataformas editoriais, a baixa interoperabilidade, a obsolescência tecnológica e o déficit de competências em gestão editorial. A iniciativa propõe a criação de um ecossistema integrado para revistas científicas em acesso aberto, com foco na modernização das plataformas e na adoção de práticas alinhadas à Ciência Aberta, como open peer review e open annotations.
As inscrições podem ser realizadas até dia 10 de abril por meio da página oficial do evento. A expectativa é de que o encontro contribua para fortalecer práticas mais abertas, colaborativas e inovadoras na comunicação científica.
Fonte: IBICT
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A adoção acelerada de ferramentas de inteligência artificial (IA) na rotina acadêmica apresenta um cenário complexo para a integridade da comunicação científica. Debates recentes sobre os riscos da IA na ciência refletem-se em publicações como o artigo de Ernesto Spinak, intitulado "A bajulação na IA: o risco da complacência", publicado no SciELO em Perspectiva1. Para além de potenciais comportamentos complacentes de sistemas automatizados, a intersecção entre o crescimento exponencial das publicações — mais de quatro milhões de artigos por ano — e a capacidade da IA de gerar conteúdos fraudulentos altamente convincentes criou uma "tempestade perfeita" contra a integridade científica2.
Nesse cenário de risco mediado pela IA, a própria tecnologia se torna uma ferramenta de defesa. A análise de redes permite identificar, em larga escala, "fábricas de artigos" (papermills) e padrões de pesquisas questionáveis a partir de rastros digitais deixados em publicações2. Contudo, especialistas alertam que a tecnologia isolada é insuficiente. A inteligência artificial carece do julgamento e da nuance necessários para avaliar a integridade da pesquisa, tornando a supervisão humana essencial, especialmente quando determinações sobre má conduta podem arruinar carreiras acadêmicas2.
O antídoto mais poderoso contra as fraudes e os desafios impostos pela IA é a adoção de práticas da Ciência Aberta. O compartilhamento de dados, metodologias e códigos dificulta a sustentação de enganos e aumenta a qualidade geral da pesquisa2. No Brasil, um esforço prático para essa implementação foi documentado pelos pesquisadores Pablo Rogers e Ricardo Limongi, no editorial "Fundamentos, Prática e Implementação da Ciência Aberta"3. Eles propõem o ARTE Workflow (Article Reprodutibility Template & Environment), um modelo escalável voltado às ciências sociais aplicadas e administração. Em vez de focar no uso de IA, esse modelo integra ferramentas concretas de reprodutibilidade, como RStudio, Quarto, Git/GitHub, OSF e Docker. Essa estrutura metodológica cria repositórios públicos e permite que os cientistas avancem, de forma documentada, da reprodutibilidade mínima à completa, combatendo a crise de reprodutibilidade3.
A adaptação a esse novo mundo exige, por fim, transformações educacionais e institucionais. Educadores já começam a repensar avaliações tradicionais, buscando ensinar os estudantes a colaborar de forma eficaz e ética com as ferramentas de IA, em vez de apenas proibi-las. Paralelamente, as instituições e agências de fomento precisam reavaliar os métodos de julgamento científico, abandonando o simples foco na quantidade de publicações, que incentiva estratégias focadas apenas em produtividade. O foco deve passar a ser a adoção de métricas multifacetadas que valorizem o rigor, a transparência e a reprodutibilidade.
Apenas com uma colaboração profunda entre editores, instituições e pesquisadores será possível garantir que a IA seja uma aliada transparente, construindo um ecossistema científico mais confiável para as próximas gerações.
A retenção de direitos autorais tem se consolidado como uma estratégia relevante para pesquisadores que desejam ampliar o acesso e o impacto de suas publicações científicas. Um guia adaptado para o contexto brasileiro apresenta orientações práticas sobre como autores podem manter o controle sobre seus manuscritos, mesmo após a aceitação por periódicos científicos.
No Brasil, os direitos autorais são automaticamente garantidos no momento da criação de uma obra, conforme a Lei nº 9.610/1998. No entanto, é comum que pesquisadores transfiram esses direitos às editoras durante o processo de publicação. A proposta da retenção de direitos busca reverter essa lógica, permitindo que os autores concedam licenças de uso, como as do tipo Creative Commons, sem abrir mão da titularidade da obra.
A prática está alinhada ao movimento global de acesso aberto e às exigências de agências de fomento, como CNPq e FAPESP, que recomendam a disponibilização dos resultados de pesquisa de forma gratuita. Ao reter direitos, os autores podem compartilhar versões aceitas de seus artigos em repositórios institucionais sem embargo, aumentando a visibilidade e o potencial de citação dos trabalhos.
O guia destaca que o processo é simples: basta incluir uma declaração de retenção de direitos no manuscrito e informar essa intenção no momento da submissão. Apesar de possíveis resistências por parte de algumas editoras, a estratégia é respaldada por iniciativas internacionais, como a cOAlition S, e vem ganhando espaço como alternativa viável para fortalecer a ciência aberta e a autonomia dos pesquisadores.
Fonte: ZENODO
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Uma iniciativa de Lyrasis, organização sem fins lucrativos que apoia o acesso ao conhecimento por meio de soluções tecnológicas e suporte estratégico a instituições de pesquisa e memória, evidencia o fortalecimento do modelo Diamond Open Access a partir do conceito de “interdependência radical”. A proposta enfatiza a colaboração ampla entre instituições, comunidades acadêmicas e infraestruturas de publicação como caminho para garantir sustentabilidade e equidade no acesso aberto.
O destaque integra as ações do Open Access Community Investment Program - OACIP (Programa de Investimento Comunitário em Acesso Aberto), uma iniciativa prática liderada pela própria Lyrasis que busca financiar e sustentar serviços essenciais de acesso aberto. O programa opera como um mecanismo coletivo de investimento, reunindo instituições para apoiar infraestruturas compartilhadas como plataformas de publicação, ferramentas de indexação e serviços editoriais que não cobram taxas de autores nem leitores.
Nesse contexto, a chamada interdependência radical propõe uma mudança de lógica no ecossistema acadêmico, substituindo modelos competitivos por redes colaborativas e interligadas. Em vez de iniciativas isoladas, a proposta defende que diferentes atores, como universidades, bibliotecas e provedores de tecnologia, compartilhem responsabilidades e recursos para manter o sistema funcionando de forma mais equitativa.
Na prática, essa abordagem já se traduz no apoio direto a iniciativas de infraestrutura aberta, permitindo sua continuidade sem depender de modelos comerciais baseados em APCs (Article Processing Charges - Taxas de Processamento de Artigos). Isso contribui para reduzir barreiras de publicação, especialmente para pesquisadores de regiões com menos recursos, além de fortalecer a governança comunitária e a transparência dos processos editoriais.
Ao evidenciar essa perspectiva, a Lyrasis reforça que o futuro do acesso aberto pode depender menos de soluções individuais e mais de arranjos coletivos sustentados por cooperação ativa. A proposta aponta para um ecossistema científico mais resiliente, inclusivo e alinhado aos princípios de acesso universal ao conhecimento.
Fonte: Lyrasis
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A Virtualia Journal, periódico da Universidade Federal de Ouro Preto na área de Filosofia, anunciou a adoção da Declaração CRediT-IA, um modelo inédito voltado à transparência no uso de Inteligência Artificial Generativa em manuscritos científicos. A iniciativa está alinhada à nova Política de Integridade na Atividade Científica do CNPq, estabelecida pela Portaria nº 2.664/2026, publicada em março deste ano.
Essa normativa determina que pesquisadores devem declarar o uso de ferramentas de IA em todas as etapas da pesquisa — incluindo concepção, redação e análise de dados —, especificando a ferramenta utilizada e sua finalidade. Além disso, proíbe que conteúdos gerados por IA sejam apresentados como autoria humana, atribuindo aos autores total responsabilidade pelo conteúdo submetido.
Nesse contexto, o modelo CRediT-IA surge como uma resposta estruturada a essas exigências. Ele organiza uma declaração detalhada que contempla a identificação do manuscrito, a descrição das ferramentas utilizadas (incluindo versões e finalidades) e a delimitação clara do papel da IA no processo de produção científica. O documento também exige a confirmação de que as decisões intelectuais centrais permaneceram sob responsabilidade humana, acompanhada de uma declaração formal de responsabilidade dos autores.
Paralelamente, o International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE) tem desenvolvido diretrizes fundamentais sobre autoria científica, que dialogam diretamente com o debate atual sobre o uso de IA. Segundo o comitê, a atribuição de autoria deve seguir critérios rigorosos e cumulativos.
De acordo com o ICMJE, para ser considerado autor, o pesquisador deve atender a todos os seguintes critérios:
Contribuir substancialmente para a concepção ou o projeto da obra, ou para a aquisição, análise ou interpretação dos dados;
Redigir o trabalho ou revisá-lo criticamente quanto ao conteúdo intelectual relevante;
Aprovar a versão final a ser publicada;
Assumir responsabilidade por todos os aspectos do trabalho, garantindo que questões relacionadas à precisão ou integridade sejam devidamente investigadas e resolvidas.
Em consonância com esses princípios, a Virtualia Journal também disponibiliza uma versão resumida da declaração CRediT-IA para inclusão no próprio artigo, assegurando transparência ao longo de todo o processo editorial. Inspirado na taxonomia CRediT, o modelo adapta práticas já consolidadas ao contexto emergente da inteligência artificial.
Com essa iniciativa, a revista se posiciona na vanguarda das boas práticas em publicação científica, oferecendo um instrumento padronizado que facilita a adequação às novas exigências e contribui para o fortalecimento da integridade da pesquisa na era da inteligência artificial.
Fonte: Virtualia Journal
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O site Retraction Watch anunciou o lançamento do Ctrl+Z Award, uma premiação dedicada a reconhecer iniciativas que fortalecem a correção e a integridade da literatura científica. A proposta é valorizar pesquisadores e ações que demonstram coragem ao “desfazer” pesquisas falhas, contribuindo para transformar a percepção sobre os erros científicos e reforçar a transparência como princípio central no ecossistema acadêmico.
A iniciativa surge em um contexto marcado por dois pontos conflitantes: a crescente pressão por produtividade acadêmica e a preocupação com a qualidade e a confiabilidade das publicações científicas. Nesse cenário, em que o número de retratações só aumenta, o prêmio busca valorizar não apenas a correção de erros, mas também iniciativas proativas que contribuam para evitar a disseminação de informações incorretas.
Organizado pelo Retraction Watch, referência internacional no monitoramento de retratações, o Ctrl+Z Award pretende incentivar uma cultura de responsabilidade entre autores, editores e instituições. A premiação no valor de US$ 2.500 (por pessoa ou equipe) contempla duas categorias: a Júnior, voltada a estudantes de pós-graduação e pesquisadores em início de carreira, e a Sênior, destinada a doutores com mais de cinco anos de atuação.
Com isso, o prêmio reforça a importância de mecanismos de autocorreção na ciência, destacando que reconhecer e corrigir falhas é parte essencial do avanço do conhecimento e da credibilidade da pesquisa.
Fonte: Retraction Watch
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A publicação científica atravessa um momento de transformação profunda, em que valor percebido, diversidade na comunicação científica, capacitação técnica, integridade e os bastidores editoriais se entrelaçam.
Nesta edição, exploramos como esses elementos revelam tensões — mas também oportunidades — para editores e pesquisadores que desejam fortalecer a relevância, a transparência e a sustentabilidade de seus periódicos.
A produção científica segue crescendo em volume, mas enfrenta uma crise silenciosa: a diminuição da percepção de valor por parte da sociedade e até mesmo da própria comunidade acadêmica. O modelo atual, muitas vezes centrado em métricas quantitativas e em circuitos fechados de circulação, contribui para esse distanciamento. O cenário levanta questionamentos sobre impacto real, acessibilidade e relevância social da ciência publicada.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/publicacao-academica-enfrenta-crise-de-percepcao-de-valor-aponta-analise
A valorização da diversidade ganha força com iniciativas que incentivam o protagonismo feminino na divulgação científica. O novo edital da FAPERJ busca ampliar a visibilidade de mulheres cientistas e fortalecer a comunicação pública da ciência, destacando a importância de narrativas mais inclusivas e representativas. A iniciativa também reforça o papel estratégico da divulgação científica na construção de confiança social.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/divulgacao-cientifica-com-protagonismo-feminino-e-foco-de-edital-da-faperj
A qualificação técnica segue como um pilar essencial para a evolução da publicação científica. O IBICT abre inscrições para uma formação voltada à extração e gestão de metadados de imagens, tema cada vez mais relevante diante da expansão de acervos digitais e do uso de inteligência artificial. A iniciativa contribui para melhorar a organização, recuperação e interoperabilidade da informação científica.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/ibict-abre-inscricoes-para-formacao-em-extracao-e-gestao-de-metadados-de-imagens
Os desafios enfrentados por editores científicos ganham visibilidade em um relato que expõe as pressões e fragilidades do processo de revisão por pares. Sobrecarga de trabalho, dificuldade em encontrar pareceristas e demandas crescentes por rapidez colocam em xeque a sustentabilidade do modelo atual. Ao mesmo tempo, o texto evidencia a necessidade de repensar práticas e reconhecer o trabalho editorial como elemento central da qualidade científica.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/editores-cientificos-sob-pressao-relato-expoe-bastidores-invisiveis-da-revisao-por-pares
A integridade científica ganha destaque com o lançamento do Ctrl+Z Award, uma premiação dedicada a reconhecer iniciativas que fortalecem a correção da literatura científica. A proposta valoriza pesquisadores e ações que enfrentam erros de forma transparente, contribuindo para mudar a percepção sobre falhas na ciência e reforçando a autocorreção como parte essencial do processo científico. Em um cenário de pressão por produtividade e aumento nas retratações, o prêmio incentiva práticas responsáveis e proativas. Com categorias para pesquisadores em início de carreira e para cientistas experientes, a premiação concede US$ 2.500 por pessoa ou equipe, reforçando a importância de uma cultura baseada na responsabilidade, na transparência e na credibilidade da pesquisa.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/premio-ctrl-z-award-destaca-iniciativas-inovadoras-na-transparencia-e-correcao-cientifica
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Nesta edição, exploramos como a inteligência artificial está redefinindo práticas editoriais e políticas científicas, ao mesmo tempo em que modelos inovadores de acesso aberto e estratégias de autonomia acadêmica ganham espaço. Também destacamos um alerta importante sobre o uso ético da IA e um evento que reforça o papel da inovação na comunicação científica.
O periódico Virtualia Journal apresentou uma declaração baseada na taxonomia CRediT adaptada ao uso de inteligência artificial, em sintonia com as diretrizes recentes do CNPq. A iniciativa busca dar transparência ao uso de IA na produção científica, especificando como ferramentas automatizadas contribuem em etapas como redação, análise e revisão. Essa padronização fortalece a integridade acadêmica e oferece um caminho claro para editores e autores lidarem com a crescente presença da IA na pesquisa.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/virtualia-journal-lanca-declaracao-credit-ia-alinhada-a-nova-politica-do-cnpq
O modelo de Acesso Aberto Diamante vem se consolidando como alternativa sustentável ao financiamento da comunicação científica, impulsionado por abordagens colaborativas. Uma iniciativa da Lyrasis propõe uma estrutura baseada em governança compartilhada, infraestrutura aberta e financiamento coletivo, buscando reduzir desigualdades no acesso à publicação. Esse movimento ganha força globalmente diante da crescente demanda por equidade e transparência, posicionando o modelo Diamond como resposta estratégica às limitações dos sistemas tradicionais baseados em cobrança.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/modelo-diamond-open-access-ganha-forca-com-abordagem-colaborativa-inovadora
A retenção de direitos autorais pelos próprios pesquisadores surge como estratégia essencial para ampliar a autonomia acadêmica. Ao manter controle sobre suas obras, autores podem decidir onde e como compartilhar seus resultados, favorecendo o acesso aberto e reduzindo dependência de grandes editoras. Essa prática também contribui para maior circulação do conhecimento e alinhamento com políticas institucionais de ciência aberta.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/como-a-retencao-de-direitos-fortalece-a-autonomia-de-pesquisadores-cientificos
O uso de IA na avaliação e produção de conteúdos científicos levanta um alerta importante: sistemas excessivamente complacentes podem comprometer a qualidade e a integridade editorial. A tendência de “bajulação algorítmica”, em que respostas são moldadas para agradar o usuário, pode reduzir o rigor crítico necessário à ciência. O debate destaca a importância de calibrar ferramentas de IA para manter padrões elevados de revisão e evitar vieses que afetem a confiabilidade das publicações.
Leia na íntegra: https://periodicoeletronico.com.br/ia-complacente-e-integridade-editorial-o-alerta-por-tras-da-bajulacao
A terceira edição do Pub In consolida o evento como espaço relevante para discutir inovação na comunicação científica. Com foco em tecnologias emergentes, práticas editoriais e estratégias de disseminação do conhecimento, o encontro reúne especialistas e profissionais do setor para compartilhar experiências e tendências. A programação evidencia o papel central da inovação na evolução dos periódicos científicos.
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